Martinica
Da Chiquita Bacana
26.02.2023
Carnaval acabando e aposto que você já ouviu a música carnavalesca “chiquita bacana lá da Martinica.se veste com uma casca de banana-nanica”. Pois é pessoal, fomos parar em Martinica e a música era praticamente a única referência a este lugar que conhecíamos.
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E não é que andando pelas ruas de Martinica não encontrei uma “chiquita bacana”. A simpatia do povo caribenho, com aquele sorriso aberto, é um diferencial.
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Martinica é um Pedaço da França cercada de Caribe por todos os lados e Martinica é bacana mesmo, apesar de termos tido pouco tempo para conhecê-la. Martinica é uma ilha no Caribe oriental. Não é um país, trata-se de um Departamento Ultramarino Francês.
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Apelidada de fleur do Caribe — Madinina, seu nome pré-colombiano, significa "ilha das flores" — a Martinica é um jardim à beira-mar.
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O nosso navio chegou às 8h e o voo de retorno para o Brasil partiu às 18h e como temos que estar com certa antecedência no aeroporto e fazer todo o trâmite de check out do navio, resolvemos ficar somente na redondeza do Porto na capital Fort-de-France.
5 Saida do Porto
5 Navio
Então todas as leis aplicadas na ilha são exatamente iguais à França, inclusive a moeda utilizada (euro).
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Uma curiosidade interessante da ilha é uma catástrofe que aconteceu em 1902. O Vulcão Pelée entrou em erupção neste ano e destruiu a capital da ilha (Saint-Pierre) na época. Saint-Pierre foi reconstruída e esta situada no norte da ilha. Atualmente não é a mais a capital, mas devido ao museu que conta a história da erupção é um dos locais mais visitados da ilha. Infelizmente não tivemos tempo de visitar.
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Atualmente a capital é Fort-de-France, situada na costa oeste da ilha. Tem aeroporto bem próximo a cidade e um porto bem movimentado pela grande quantidade de cruzeiros que chegam diariamente na ilha. E foi por lá que chegamos e partimos para fazer um cruzeiro da MSC.
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Fort-de-France oferece muitas atrações turísticas, como o Fort Saint Louis, o Museu de História Natural, o Jardim Botânico e a Catedral de Saint-Louis. A cidade também é um ótimo lugar para fazer compras, com muitas lojas de roupas, artesanato e souvenirs.
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A Capital de Martinica te convida a descobrir sua herança e cultura construídas. Em um breve passeio pelo centro histórico você logo encontra ruas comerciais coloridas.
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A arquitetura esplêndida, como a eclética biblioteca Schœlcher, que foi construída em Paris e, em seguida, totalmente montada em Fort-de-France durante o século XIX.
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A biblioteca é linda tanto no exterior como no interior, com a sua mistura de ferro forjado e madeira, foi inicialmente destinado a acolher a coleção de livros e partituras do famoso abolicionista Victor Schoelcher. Aberta aos visitantes, a missão da biblioteca hoje é, entre outras coisas, a preservação de documentos patrimoniais relacionados à Martinica e às Índias Ocidentais e uma boa opção para acessar a Internet e fazer contato com o Brasil, pois a internet no navio de cruzeiro é cara e não funciona muito bem.
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A Catedral de St. Louis, construída no século XIX, com sua impressionante armação de metal, sua torre original coberta de escamas de alumínio e seus magníficos vitrais, cinco dos quais contam a vida de Saint. -Louis, é magnífica.
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Um pouco mais à beira-mar, você também pode admirar a silhueta imponente do Forte Saint-Louis. Construído no século XVII e classificado como Monumento Histórico em 1973, desfruta de uma vista deslumbrante da baía. Palco antigamente de terríveis batalhas entre franceses e ingleses, Fort Saint-Louis, agora é propriedade da Marinha.
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Melhor época para viajar para Martinica
A melhor época para visitar Fort-de-France é entre dezembro e abril, considerada alta temporada. Nessa época, as temperaturas são mais amenas e as chuvas são menos frequentes.
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A seguir outros lugares em Martinica que não tivemos tempo de visitar, mas que entrou no nosso planejamento e já deixo prontinho para você que está planejando ir para Martinica.
• Salines
Salines deve estar no topo da lista de qualquer visitante. Vizinha de uma área de produção de sal, não tem nenhuma construção na beira da areia, apenas um paredão de palmeiras e árvores litorâneas, que dão sombra e servem para amarrar as redes dos locais e dos visitantes mais bem equipados. Ao contrário de outros pontos no litoral, onde o mar é belíssimo, mas raso, Salines é ideal para um ótimo mergulho.
A praia é isolada e com pouca infraestrutura.
• Passeio de barco
Os dois lugares que concentram a maior parte desse serviço são Le Marin, ao norte de Sainte-Anne, e Point du Bout, no município de Trois-Îlets, no sudoeste da ilha e o local com mais infraestrutura turística.
• Point du Bout
Point du Bout fica num dos lados da baía de Fort-de-France. Boa parte de seu movimento se dá pelo transporte hidroviário para a capital da Martinica. Mas sua fama se fez pelos roteiros que exploram a costa oeste da ilha, voltada para o Mar do Caribe. Uma das melhores companhias é a Kata Mambo, cujo carro-chefe é o passeio de observação de golfinhos. O catamarã sai às 8h30m e pouco tempo depois, na altura da Praia de Bellefontaine, os cetáceos começam a aparecer. Tímidos, a princípio, logo já estão cercando o barco, se exibindo aos turistas.
• Anse Figuers
A praia de Le Figuiers (ou Anse Figuers) é frequentada basicamente por locais e tem a água mais azul Caribe da Martinica, além de proporcionar o melhor banho de mar em uma piscina natural de água salgada extremamente relaxante. A praia tem uma pequena casa de artesanato local e algumas barracas de água e lanche – tem boa estrutura, mas é raro ver pessoas de fora da Martinica lá. É uma opção pra descanso muito agradável e que garante boas fotos nas águas azuis transparentes do Caribe!
• Sainte-Anne
Com simpáticos restaurantes pé na areia, é frequentada basicamente por moradores, apesar de (ou por isso mesmo) estar colada à praia "privativa" do Club Med Bucaniers, um dos hotéis mais bem localizados da ilha. É comum presenciar ali aulas de natação para crianças ou hidroginástica para idosos, além dos onipresentes barquinhos ancorados.
• Anse D´Arlet
“Rocher du Diamant”, pequena ilha rochosa que foi ocupada pelos ingleses, que ficavam no pé dos franceses do seu navio “inafundável”, como chamavam a ilha “The Unsinkable”. Os ingleses só foram expulsos dali depois de uma estratégia pirata adotada pelos franceses, que enviaram barris de rum e pegaram os adversários de calças curtas completamente bêbados na hora do ataque.
• Anse Michel
É um exemplo de praia deserta, onde só se pode chegar por uma pequena e fácil trilha. Ao programar uma visita ao local, considere almoçar no Le Paradisio, um aconchegante restaurante praiano, na entrada para a pequena trilha que dá acesso à praia.
• Cap Chevalier
Essa região, mais protegida por barreiras de recifes, tem uma série de belas e tranquilas praias, onde banhistas lagarteiam na areia e praticantes de kitesurfe tomam conta da água. Nesse sentido, as praias da cidade de Le François e da península de La Caravelle têm destaque.
Bem, Martinica tem muita coisa para fazer e o colorido de seus mercados, ruas e pessoas encanta. E aí, acharam bacana Martinica?
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Publicado por patipelomundo 18:39 Arquivado em Martinica

