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20 dicas de lugares em Rio Branco – Acre

O que fazer em Rio Branco

Você conhece a história do Acre? Conhece algum ponto turístico do Acre? Muitos dos lugares para visitar em Rio Branco giram em torno da história do Acre, que é muito rica e tentei resumir nos posts anteriores.

O Acre abriga boa parte da Floresta Amazônica e já foi um dos maiores produtores de borracha do mundo. Sua capital, Rio Branco, é uma homenagem ao barão que negociou essas terras. A seguir 20 lugares para visitar em Rio Branco a pé:

1. Praça da Revolução

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Fica no coração de Rio Branco e possui um monumento de 12 metros de altura em homenagem aos heróis anônimos da Revolução Acreana.

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Até os anos 20, no local da praça havia apenas uma área de campo do antigo Seringal Empreza. No início da década de 60 foi implementada uma estátua em bronze do líder da Revolução Acreana, Cel. Plácido de Castro.

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Ao seu redor estão a sede da Prefeitura, o imponente prédio do quarte da Polícia Militar e diversos outros pontos comerciais.

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2. Memorial dos Autonomistas

O memorial, inaugurado em 2002, tem um arquivo político-histórico do estado e da sua luta para conseguir sua autonomia. Assim, o nome do memorial refere-se ao movimento político que emancipou o Acre.

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O memorial abriga os restos mortais do senador Guiomard Santos e sua esposa. O Senador Guiomard Santos foi o responsável pela elaboração do projeto de lei que transformou o território em estado. Esse projeto causou grande movimentação política em todo o Acre e chegou em 1957 ao Congresso Nacional, onde, depois de muitas disputas, finalmente, em 1962, durante a fase parlamentarista do governo João Goulart, foi assinada a Lei 4.070, que elevou o território acreano à categoria de estado.

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O teatro Hélio Melo, com 150 lugares, é anexo ao memorial e o nome é em homenagem a um dos artistas de maior expressão da arte local. Quando visitamos o teatro ia reabrir após o fechamento pela pandemia. Assim, se tiver a oportunidade tente assistir alguma apresentação nesse espaço maravilhoso, todo em madeira.

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O Memorial também serviu de base para irmos ao banheiro e tomarmos uma água fresca.

3. Praça do Seringueiro

Praça em homenagem aos primeiros desbravadores do Acre e a formação dos seringais. Fica entre o Palácio Rio Branco e o Museu dos Autonomistas. Não podemos esquecer o contexto e o cenário internacional: A crescente indústria automobilística internacional e o uso dos pneus de borracha que aceleraram a procura de áreas produtoras do látex no norte do nosso país.

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4. Palácio Rio Branco

Sede do governo acreano, o Palácio é a mais bela e imponente construção da capital. Além disso é considerado um dos primeiros prédios de alvenaria do estado e o maior patrimônio histórico e arquitetônico do Acre.

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Infelizmente estava fechado para visitação e fiquei um pouco decepcionada, pois queria muito ver a exposição permanente que ocupa várias salas no seu interior, onde é contada a história do desenvolvimento do Acre.

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Seu projeto arquitetônico, elaborado por um alemão, foi inspirado nas edificações gregas com suas colunas de ordem dóricas e jônicas na fachada principal. É um dos marcos do projeto de modernidade de Rio Branco numa época em que as edificações eram todas de madeira. Foi inaugurado em 1930, mas só teve a sua obra concluída em 1945.

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5. Palácio da Justiça

O Palácio da Justiça é onde sedia o Centro Cultural e Museu do Poder Judiciário Acreano. O Palácio da Justiça foi inaugurado em 1957, quando o Acre ainda era Território Federal. Nele foi abrigado o Fórum da Comarca de Rio Branco, compreendendo o Tribunal do Júri, cartórios judiciais, eleitorais e extrajudiciais, todos sob administração do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, então Capital Federal.

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Em 1962, quando o Território do Acre foi elevado à categoria de Estado, o sonho da autonomia tornou-se realidade para os acreanos. O Palácio da Justiça foi a primeira sede da Corte Acreana, que se instalou em 1963, um ano após a entrada em vigor da Lei que criou o Estado do Acre.

6. Catedral Nossa Senhora de Nazaré

Considerada a oitava Catedral mais bonita do Brasil. Inaugurada em1959 tem uma arquitetura em estilo romano.

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Em seu interior há belos vitrais e um mausoléu. Seu altar possui uma pintura feita por Sansão Ribeiro, que também pintou o que hoje é o maior quadro da América Latina. Sansão morreu aos 82 anos em 2020 e foi ex-reitor da Universidade Federal do Acre (Ufac).

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7. Praça Povos da Floresta

Na Praça Povos da Floresta está uma estátua em homenagem a Chico Mendes em argila e bronze. Devemos relembrar que por volta de 1970 começou uma política pecuarista no Brasil, com devastação da floresta para dar lugar a fazendas de gado. Por conta disso, em 1975 os seringueiros resolvem se organizar em sindicatos, mas a luta pela preservação ambiental é muito difícil e Chico Mendes, que era o presidente do sindicato, é morto. Mas graça a luta dessas pessoas, hoje o Acre tem apenas 12% do seu território desmatado e está prosperando por meio de um desenvolvimento dentro de um movimento sustentável.

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“No começo pensei que estivesse lutando para salvar seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a Floresta Amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade.” Frase de Chico Mendes. Mas graça a luta dessas pessoas, hoje o Acre tem apenas 12% do seu território desmatado e está prosperando por meio de um desenvolvimento dentro de um movimento sustentável.

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8. Feira de Artesanato e Economia Solidária

Atravessando a rua em frente a Praça Povos da Floresta, em direção ao rio, encontramos a Feira de Artesanato e Economia Solidária, em que são comercializados produtos de jardinagem, artesanato e comidas típicas.

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Busquei saber um pouco do que seria essa economia solidária e descobri que seria uma espécie de integração campo-cidade, de um comércio justo e de um consumo racional e solidário, gerando o sustento para várias famílias. Atualmente, pelo menos 120 empreendimentos de alimentação, artesanato, jardinagem e diversão realizam a feira no Novo Mercado Velho.

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Em relação aos primeiros habitantes do Acre, as pesquisam mostram que eram mais de 50 etnias indígenas, que sofreram muito durante o ciclo da borracha em que houve um processo de extermínio. Hoje haveria 16 nações indígenas no Acre e são chamadas nações, porque são completas e há uma individualidade em cada um desses povos. Preservam suas identidades, com línguas próprias, deuses próprios, cada um com sua cultura e acham soluções diferentes para o mesmo problema. Acredita-se que ainda existam 03 povos indígenas isolados no Acre e que ainda não sofreram nenhum tipo de influência de outros povos. Ainda temos povos nômades e outros que são agricultores e povos que ainda vivem na pré-história da humanidade.

9. Mercado Velho

Revitalizado, ficou conhecido como Novo Mercado Velho. Ótimo destino para conhecer um pouco do artesanato local e a medicina da floresta, que minha mãe adora e sempre pede algum óleo. Dessa vez comprei banha de tartaruga e óleo de mamona.

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Ao lado do Mercado Velho funciona uma espécie de praça de alimentação, onde são servidos café da manhã e almoço. Vale a pena para conhecer as comidas tradicionais da região.

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10. Rio Acre e Suas Pontes em Rio Branco

Acre deriva da palavra indígena “aquiri”, que significa “rio dos jacarés”, segundo pesquisei em alguns sites. A palavra acre também tem o significado de amargo, azedo nos dicionários. A cidade de Rio Branco é rodeada pela Floresta Amazônica e localiza-se a margem do rio Acre, que nasce no Peru.

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Em Rio Branco há algumas pontes sobre o Rio Acre, ligando o 1º ao 2º Distrito. Antigamente, dizem que os moradores faziam a travessia em catraias. Os meses mais críticos de seca seriam julho, agosto e setembro. Realmente fomos em setembro (set/2021) e o nível estava bastante baixo.

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11. Roldanas

Originalmente, uma das pontes antigas, que desabou, possuía roldanas, já que a princípio ela seria levadiça para permitir a passagem de grandes embarcações a vapor.

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Quando a ponte desabou, essas roldanas se soltaram e ficaram quase 30 anos submersas na margem do 1º Distrito da capital, até serem resgatadas em 2011 e utilizadas em um projeto arquitetônico, durante a reforma da área do mercado.

12. Deque da Gameleira

Rio Branco teria nascido nesse local. Às margens do Rio Acre podemos ver várias casinhas coloridas, que foram construídas ainda na época do Seringal Volta da Empreza. Essa área é tombada pelo Departamento do Patrimônio Histórico em 1981.

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Há um calçadão, com algumas barraquinhas, mas o melhor de tudo foi se sentar em um banquinho, na sombra de uma Gameleira, e levar meus pensamentos para 1882, quando o cearense Neutel Maia se encantou com a Gameleira e lá resolveu fundar o seringal Volta da Empreza, que viraria a capital acreana.

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O local se tornou a primeira rua de Rio Branco, hoje chamado de Calçadão da Gameleira. Assim, podemos dizer que a história de Rio Branco começou a partir de uma árvore centenária que fica à margem direita do Rio Acre.

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13. Cine Teatro Recreio

Rio Branco, apesar de ser capital de um estado, tem um ar de interior e essa sensação ficou mais evidente quando passamos em frente ao Cine Teatro Recreio, em que rapidamente me veio a mente o cinema na cidade de interior da minha mãe, quando eu e minha irmã assistimos milhões de vezes a Branca de Neve.

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O Cine fica nos casarões históricos da Gameleira e já foi palco para diversas expressões artísticas. Com muita história para contar, o Cine Teatro Recreio é um dos espaços mais tradicionais dos acreanos. O Cine Teatro Recreio era conhecido como Cine Ideal. Nos anos 20, passou a ser chamado de Cine Éden e só em 1948 ganhou uma nova fachada e foi batizado com o nome que conhecemos hoje. Falaram que iriam voltar as sessões às margens do Rio Acre todos os sábados. Vale a pena checar se estiver na cidade.

14. Museu da Borracha

É um espaço cultural, criado em 1978, mas somente em 1990 foi transferido para o local que se encontra hoje. Possui exposição permanente que retrata os modos de vida da população acreana, em sua ampla diversidade social, econômica e religiosa. Pena que estava fechado quando passamos por lá. Várias informações desencontradas: uns falavam que estava fechado para reforma outros que o museu abria só na parte da manhã e passamos à tarde. Assim, vale a pena checar ou fazer contato.

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15. Biblioteca da Floresta

Infelizmente outro espaço fechado quando visitamos Rio Branco em setembro de 2021.Tínhamos a informação de que era um centro de informações sobre a história e a cultura, sendo uma biblioteca temática do Acre. No andar térreo haveria informações sobre as etnias indígenas que habitam a Amazônia acreana. Uma escada ambientada com plantas e sons da floresta nos conduziria até os outros andares do prédio. Uma imensa canoa ornamentaria o salão do terceiro andar e haveria a reconstrução fidelíssima de uma tradicional casa de seringueiro. Ficamos só com a informação e com a vontade de conhecer!!!!!!!

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16. Parque da Maternidade

Apesar de se chamar parque, na verdade é uma extensão de seis quilômetros às margens do Igarapé da Maternidade ou antigo valão, que corta a parte central da cidade.

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Seria um local para contato com a natureza e práticas de esporte e lazer. Percorremos no final da tarde pois informaram que haveria várias pessoas fazendo caminhada. Encontramos pouquíssimas pessoas, a maioria trabalhando na restauração de alguns locais e todos nos informaram para termos muito cuidado, pois havia muitos drogados na região e roubo de celulares. Não tivemos nenhum problema, mas não consegui aproveitar o passeio, sempre com muito medo e receosa.

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17. Mercado Municipal Elias Mansour

Andando por Rio Branco, nos deparamos com o Mercado Municipal Elias Mansour, que não tínhamos visto em nenhum guia ou indicação turística. Logo percebemos que o local é muito frequentado pelos locais, no entanto, ao compararmos o preço da castanha, no Mercado Municipal estava mais caro que no Mercado Velho, que é muito mais turístico.

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No Mercado Municipal tem os mais variados produtos, como a farinha, o caldo de tucupi, peixes, verduras, frutas etc.

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A história do Mercado Municipal Elias Mansour confunde-se com os tempos recentes de modernização da capital. O mercado está localizado em uma área antes degradada no centro de Rio Branco e em 1980 foi inaugurado e ficou conhecido como Mercado Novo.

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18. Passarela Governador Joaquim Macedo

A passarela é um dos principais cartões-postais da capital do Acre e simboliza as transformações urbanas pela qual a cidade começou a passar a partir de 2000.

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A passarela estaiada (onde a estrutura da ponte é fixada através de cabos) tem 200 metros de extensão e 5,50 metros de largura. Usada exclusivamente por pedestres e ciclistas, a ponte cruza o rio Acre unindo o Centro da cidade ao bairro do Segundo Distrito. Falaram para tomarmos cuidado com os celulares na passarela, pois estava ocorrendo muitos roubos.

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Antes da passarela, as pessoas tinham que dividir o cruzamento com automóveis, motos e caminhões nas duas antigas pontes que cruzam o rio. Com a passarela exclusiva para pedestres, ganhamos em mobilidade e também podemos admirar um belo monumento.

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19. Parque Capitão Ciríaco

Esse local é considerado o maior seringal urbano do mundo. Um espaço histórico, de lazer e de aprendizagem, já que no local há oficinas e grupos de discussão para pessoas que estão passando por algum tipo de transtorno, como uma depressão, com o apoio de profissionais qualificados. O contato com a natureza realmente é milagroso.

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As construções retratam a arquitetura tradicional acreana e o local traz uma tranquilidade e conforto, já que é bem fresco.

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20. H Gelato

Uma das coisas que amo da Região Norte é a culinária, mas apaixonada mesmo eu sou pelo cupuaçu. Assim fomos na sorveteria Pinguim, a mais badalada da capital Rio Branco. No entanto, o que me encantou mesmo foi a sorveteria H Gelato pelo conjunto da obra: a sorveteria, além de ter um sorvete de cupuaçu delicioso, fica no Mercado Velho e você pode saborear seu sorvete observando a paisagem, o rio Acre e o vai e vem das pessoas. A sorveteria é a primeira casinha do lado esquerdo da foto, de cor amarronzada

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O interessante é que observei que o pessoal local prefere os sorvetes de sabores artificiais, como chiclete!!!! Quase morri!!!!!

Conclusão

Muitos dos lugares para visitar em Rio Branco giram em torno da história do Acre e estávamos ansiosos e animados para aprofundarmos mais nessa história. No entanto, a nossa maior decepção foi encontrar a maioria dos espaços fechados por conta de reformas. A justificativa nem era mais a pandemia. Sentimos falta de pelo menos uma placa nos museus, avisando do motivo do fechamento ou do horário de visitação.

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Por outro lado, percebemos que Rio Branco é uma cidade em transformação e movimento e isso é muito bem representado pelo vai e vem das pessoas nas pontes que cortam o Rio Acre. Valeu Rio Branco!!!!

Publicado por patipelomundo 23:08 Arquivado em Brasil Tagged acre

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