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Victoria Falls

A caça ao arco-íris

A caça ao arco-íris foi engraçada. Chegamos por volta das 11 horas no parque Victoria Falls e nossa intenção era ficar até as duas da tarde, que dizem que é o horário que costuma aparecer o arco-irís.

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Deu 14hs e nenhum sinal de arco-íris, então resolvemos partir, pois já tínhamos feito todo o circuito. Na saída do parque, desistimos e pensamos: “já esperamos até agora, por que não esperar mais um pouquinho?”

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Resolvemos refazer o circuito e acabamos encontrando um guia que estava com turistas japoneses. Perguntamos pelo arco-íris, ele olhou para o céu, nos mostrou o sol encoberto pelas nuvens e falou que o arco-íris deveria aparecer por das 15:30 e 16:00.

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Além disso, o tal guia nos informou os melhores pontos para ver o arco-íris: Parada 2, 7, 8 e 10. E foi assim que passamos o dia no parque na busca de um arco-íris, refazendo a trilha praticamente toda.

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O valor de 30 dólares para entrar no parque dá o direito de passar o dia inteiro no parque, mas você não pode sair para descansar e retornar depois no mesmo dia. Assim, ficamos dentro do parque esperando o arco-irís.

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O arco-íris resolveu aparecer só por volta das 16:00 hs e de maneira bem tímida, mas mesmo assim valeu a pena a espera.

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Enquanto esperávamos pelo arco-íris, encontramos ainda um grupo de estudantes que também estavam explorando a região

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O Parque de Victoria Falls é selvagem e fácil de ver animais. Cruzamos com galinhas de angola e com um javali e seus filhotes perto do centro de visitantes.

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Dizem que a melhor época para ver a Victoria Falls cheia é entre maio e outubro, mas se quiser ir a Devil’s pool, abre geralmente de agosto a janeiro. Vocês vão observar também que em alguns pontos da trilha há cerca de espinhos para evitar que os mais corajosos ultrapassem e corram o risco de escorregar e cair a mais de 100 metros

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Foi engraçada a caça ao arco-íris, porque às vezes ele aparecia tão tímido, que não dava nem tempo da gente ligar a máquina e o celular, que ele desaparecia, vindo aquela decepção.

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Enquanto esperávamos, descobrimos cantinhos interessantes no parque para descansar ou brincar com os cipós das árvores.

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Vale a pena destacar que o Parque Nacional de Victoria Falls está na lista de Patrimônio Cultural da Humanidade (UNESCO, 1989)

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Enquanto esperávamos o arco-íris, encontramos pessoas de várias nacionalidades visitando o parque e também muitos estudantes. No Zimbábue são atualmente cerca de 16 idiomas oficiais falados, sendo o inglês considerado o mais oficial de todos os idiomas e foi com o inglês que comunicávamos com as pessoas.

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A maior população do Zimbábue se concentra na sua capital Harare, que fica na região central, um pouco fora de rota de suas atrações mais interessantes e não conseguimos ir visitar.

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Com apenas 33 mil habitantes, o município de Victoria Falls é voltado ao turismo e voltou a receber muitos viajantes depois de um período de problemas políticos, econômicos e de violência no país. Por causa dos atrativos, o custo na cidade e principalmente nas atividades são mais altos do que no resto do Zimbábue.

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O dia já estava terminando e fomos brindados com o arco-íris. Estávamos exautos e satisfeitos, então resolvemos partir. Apesar de muitos taxistas oferecerem corrida, é possível fazer praticamente tudo na cidade a pé, até mesmo cruzar a fronteira, que foi o que fizemos alguns dias depois.

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Perto do hotel ainda tinha a atração denominada Crocodile Cage Diving. Demos uma passadinha rápida no local, vimos alguns crocodilos e depois resolvemos descansar, pois o próximo dia prometia: era um safari em Botswana, que já está no blog.

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E foi assim que o Zimbábue nos encantou com seu povo simpático, com a natureza exuberante e com o fantástico artesanato.

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Publicado por patipelomundo 05:57 Arquivado em Zimbabué

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