Reykjavik – Parte 1
Capital da Islândia
20.05.2018 - 20.05.2018
Pense em um lugar com apenas 200 mil habitantes (que representa 2/3 da população do país) e com apenas um prédio alto: a igreja. Com certeza, na sua cabeça aparecerá a imagem de uma cidade pequena do interior e nunca a capital de um país, mas essa é Reykjavik a capital da Iceland. No começo do século 20, eram somente 6.000 pessoas vivendo em Reykyavik.

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De acordo com o “ Book of Icelanders”, o início dos assentamentos na Islândia começou por volta de 870 com a chegada de Ingolfur Arnarson na região, a qual denominou de “Smokey Bay” ou Reykjavik. No entanto, ela só se tornou capital do país em 1944, quando Iceland tornou-se independente.
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Reykjavik é a capital de uma nação independente situada na parte mais ao norte do mundo. Isso significa que ela possui os dias mais escuros do mundo. No inverno, as vezes, tem apenas 4 horas de luz solar. No entanto, no verão, o sol brilha a noite toda e isso nos impressionou. Íamos deitar as 11 da noite e o dia/noite continuava claro.
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Devido a essa claridade, optamos por visitar Reykjavik sempre ao final do dia, quando terminávamos os passeios nas redondezas. Além do dia estar claro, depois das 18 hs não precisa pagar estacionamento no centro da cidade. Assim você pode estacionar tranquilamente sem a preocupação de procurar um paquímetro para pagar ou receber alguma multa.
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Nós de fato já chegamos a Reykjavik com duas imagens na cabeça e sabendo que no mínimo Reykjavik tinha dois ícones turístico: a igreja e a escultura Sólfar e esses foram os primeiros lugares que visitamos.
No primeiro dia, deixamos o carro no estacionamento da igreja Hallgrímskirkja e, depois de visitá-la, descemos a pé até a orla e pudemos admirar o Sólfar, que estava simplesmente espetacular naquele final de tarde.
Highlights of Reykjavik
Igreja Hallgrímskirkja: A igreja majestosa é um dos ícones de Reykjavik e é visível de qualquer lugar do centro. Dizem que se pode avistá-la a 20km de distância da capital! Hoje em dia é um dos símbolos da modernidade da Islândia. Detalhe: essa igreja não é a catedral de Reykjavik, a qual fica nas proximidades do City Hall.
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A igreja Luterana, que teve a sua construção iniciada em 1937, em estilo impressionista, só foi concluída em 1986 usando materiais moderno e duráveis (ela é toda de concreto). Sua arquitetura imita os picos de lava de basalto que pontuam a paisagem da Islândia. Assim, a maior igreja da Islândia, com cerca de 75 metros de altura é inspirada em dilúvios basálticos.
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O seu interior além de bonito, serviu para nos aquecer um pouco. O que mais incomodou na Islândia, na verdade, não foi o frio e sim o vento. No estacionamento da igreja o vento era absurdamente forte e quase fui derrubada.
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Estátua de Leif Erikson: A Igreja fica bem de frente a estátua de Leif Erikson, heroico desbravador Islandês que os islandeses consideram ter sido o primeiro Europeu a chegar até a América – além de ter desbravado a Islândia e ajudado a formar a comunidade que sobrevive até hoje – e que deu início a toda história da “saga” Islandesa que eles tem tanto orgulho.
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Ops, mas não foi Cristóvão Colombo que descobriu a América? Os islandeses explicarão alegremente que foi Leifur Eiriksson quem descobriu a América 600 anos antes de Colombo. Os americanos como forma de agradecimento “thanks for finding us” deu aos islandeses uma estátua do heroico descobridor.
Descendo a rua em frente a estátua, chegamos na orla e na escultura Solfar
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Escultura Sólfar ou The Sun Voyager:
Um dos símbolos de Reykjavik é a escultura Sólfar (“Sun Voyager” - viajante do sol). A linda escultura, inteiramente de metal, é uma imagem de um navio Viking e fica perto do centro de Reyjkavik.

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A escultura de Jon Gunnar Arnason simboliza o passado Viking dos islandeses Assim, serve para relembrar a história, quando os primeiros vikings chegaram navegando em Iceland.
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O melhor horário para visitar o Sólfar é no final do dia. Ficamos maravilhados com o brilho e a cor que a escultura adquire quando o sol está se pondo. Isto porque a escultura também é uma ode ao sol.
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A escultura é perfeitamente direcionada na posição do pôr do sol no dia do Solstício de verão – o dia mais longo do ano, que é tão venerado na Islândia quanto os trolls, duendes e deuses Vikings – e é considerada a área mais fotografada de Reykjavic. Além disso, da orla você avista o Esjan: uma montanha majestosa.
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Esjan
Se você estiver no centro da cidade e olhar para o oceano, a montanha que aparece do outro lado é chamada Esjan. Além de bonita, a montanha é útil quando você precisa saber onde fica o norte. E quando você está indo em direção ao norte, você não se cansa de tirar fotos dela.
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Depois de visitar a escultura e de admirar a montanha, subimos a rua e fomos visitar a rua Laugavegur, onde aproveitamos para jantar.
Laugavegur: uma das principais ruas de comércio da cidade. As casinhas coloridas em estilo escandinavo vão se intercalando com cafés, lojas com artigos de lã e roupas de frio e várias lojas com souvenires. Hoje cheia de boutiques e café, Laugavegur nem sempre foi glamorosa. A rua ganhou esse nome (Lauga + Vegur = pool + road) por causa das lavadeiras que pisavam na lama levando cargas pesadas de roupa suja para as piscinas geotérmicas no vale de Laugardalur.
Em uma de suas esquinas, aproveitamos para jantar. Os preços não são nada convidativos e acabamos comendo uma pizza em um café. Pagamos quase 90 reais pela pizza, mas o mais gostoso foi que enquanto estávamos comendo, estava tocando música brasileira e os atendentes eram muito simpáticos. Ao sair do café, nos deparamos com uma mensagem linda, que nos fortaleceu e nos deu mais ânimo para continuar explorando esse mundão.
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Pegamos o carro no estacionamento da igreja e fomos tentar descobrir onde ficava o nosso hotel para descansarmos. Tinha sido um dia bem proveitoso: tínhamos saído de Londres, passado o dia na Blue Lagoon e visitados os ícones de Reykjavik. Dia perfeito. E era dia mesmo, pois o sol não se punha.

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Publicado por patipelomundo 08:06 Arquivado em Islândia

